
Eis o meio de um começo
Que se espalha pela sensatez
De um amor que não falha
Pela sua timidez
Estou do avesso.
Recomeço.
Olhando para o âmago de mim,
Vejo o epicentro de ti.
Desvaneço.
Será sempre assim?
Esqueço.
És já parte de mim.
Entender?
Aposso-me do sentido do que sinto.
Se quero naturalizar, minto.
Se pretendo explicar, ressinto.
Bêbeda de ti.
És o meu absinto.
Ressalto.
Quero-te de todas as maneiras.
Garanto-me que me tens
Quer queiras, quer não queiras.
Espero-te.
Vens?
Respiro.
Procuro-te esvairida,
Numa enfática corrida.
Prevejo-te meu.
Ama-me.
Ama o que é teu.
TP*

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