quarta-feira, 17 de junho de 2009

Creep (dia 4)


Vais ler-me, que eu sei.
Então lê.
Vê e percebe que isto não é um isto sem mais.
É um tudo com tanto!

O relógio insiste. Não deixa parar o tempo no momento em que te deixei. E sentir-te cinco-sentidamente. Tento não ouvir a melodia do "tic-tac", mas não adianta. Ela não se importa com a minha vontade. Matuta na minha cabeça como um pica-pau.

(E SABER QUE EXISTES!...)

You're just like an angel, your skin makes me cry. You float like a feather in a beautiful world.

Não quero saber de futuros e políticas de planeamento, recheadas de incertezas que só servem para nada mais do que nada. Não és sequer o meu amante. Nem o meu amor. Nem o meu amigo. Nem o meu conhecido. Não és somente meu. És O meu. E meu basta. Meu basta para tua. E teu basta para meu.
Sem definições.
(Na definição está o definido.)
Meu.

I wish I was special...

Controlo-me para não correr atrás de ti. Sempre segui instintos. E tu despertas-me muito esse instinto. Mas também despertas a vontade de controlar. E dou o dito por não dito.

I don't care if it hurts, I wanna have control.

Não é químico. Não é arte. Não é biológico. Não é psicológico.
Não é mecânico. Não é turismo. Não político. Não é ensino.

É (meta)físico. E é direito.
Se é que me faço entender.

Vou-te contar um segredo.
Sabes em que penso quando penso que só penso em pensar em ti, mesmo já estando a pensar?
Shiu. Não te vou dizer.
E sabes porquê?
É segredo.

I want you to notice when I'm not around. You're so fuckin' special.
Whatever makes you happy, whatever you want...




[ So fuckin' special. ]

TP*

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