
Impossível.
One, two, three, counting out the signs we see...
Já paira a saudade no ar. Paira em cada canto da minha sala. Em cada área onde me encontro. Para qualquer lado que olhe.
(E saber que existes!...)
É só algum tempo, não é? Que vontade. Que impulso de te sentir. De dar a mão a mim mesma, mesmo desgastada e de rastos, e de me guiar até ti.
Four, five, six, the two of us a perfect fit...
Apetece-me-nos. É uma ginástica mental pensar em ti. Tenho tanto que fazer!... E quero tanto ter que TE fazer!... Vem ter comigo, não demores. Cada minuto que passa, esbanjado por uma necessidade de repensar um 'não-sei-quê' evidente, é menos um minuto nosso. Cada vez mais um minuto lá fora. Cada vez menos um minuto teu, um minuto meu. Cada vez menos próxima.
A distância é traidora. Pensamos que somos mais fortes e que ela não é senão apenas uma questão conexa. Mas não. Ela é o factor. E nós somos a consequência. E a consequência que ela tem em mim é nada mais do que ensurdecer a minha sanidade mental, de tanto que te quero.
E eu não peço mais nada a não ser querer-te, pensar-te, desejar-te.
All I can say is you blow me away...
Vontade é a palavra certa.
O medo já passou há muito.
A saudade cresce.
Já aumentou.
E eu, amo-te.
TP*

1 comentário:
Muito bom, este :) Vi que comentaste o murmúrio, tenho aquilo desactivado à imenso tempo, mudei-me. Vi também, algures, que eras quem escrevia o Pecado Original. Ou seja... pelas minhas contas, ambos temos espaços novos. Vou ver se vou passando por cá ;) *
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